quinta-feira, 18 de junho de 2015

Happy birthday, Mr. MacCartney


https://twitter.com/GeorgeHarrison/status/611480150367207424/photo/1

Live and let die


When you were young and your heart was an open book
You used to say live and let live
(You know you did, you know you did, you know you did)
But if this ever-changing world in which we live in
Makes you give in and cry

Say live and let die
(Live and let die)
Live and let die
(Live and let die)

What does it matter to you?
When you got a job to do
You got to do it well
You got to give the other fellow hell

You used to say live and let live
(You know you did, you know you did, you know you did)
But if this ever-changing world in which we live in
Makes you give in and cry

Say live and let die
(Live and let die)
Live and let die
(Live and let die)


Link: http://www.vagalume.com.br/paul-mccartney/live-and-let-die.html#ixzz3dSp3jb1W

Objetar ao Amor

Acredito que duas pessoas ao entrarem num relacionamento precisam despir-se de suas buscas pessoais e entregar-se por inteiro. Entretanto, não é isso que se verifica.
O que vejo, são pessoas obcecadas em padrões que nem sequer existem. Olham para fora, quando na verdade o mais importante é o que vem dentro.
Se assim fosse, eu jamais teria me permitido viver...  Sim, viver...  Porque relacionar-se é viver, e se por inteiro, viver em plenitude. E assim, faço! Inteira, intensa, única e plena!
Metaforicamente, rótulos e embalagens servem para que na verdade???  O que fazemos com todos os rótulos e embalagens que temos nas mãos???  Lixo.  É o destino certo.
Ainda assim nos pegamos convivendo com seres que não conhecem espelhos e esquecem sua própria condição... Desejam os rótulos e embalagens... 
O fato é que os sentimentos ficaram legados ao poço raso de conceitos torpes e nada verdadeiros.  Fazer do outro uma coisa,  tornou-se prática comum...
Enfim, vivem um ciclo vicioso, de quero assim, assado, torto, quadrado...
Contudo, o maior crime que se comete é descobrir-se apaixonado por exatamente nada  do que se desejou, alguém que sequer dá conta de sua existência e amargar por toda a vida a realidade do desamor por si mesmo.