quinta-feira, 18 de junho de 2015

Objetar ao Amor

Acredito que duas pessoas ao entrarem num relacionamento precisam despir-se de suas buscas pessoais e entregar-se por inteiro. Entretanto, não é isso que se verifica.
O que vejo, são pessoas obcecadas em padrões que nem sequer existem. Olham para fora, quando na verdade o mais importante é o que vem dentro.
Se assim fosse, eu jamais teria me permitido viver...  Sim, viver...  Porque relacionar-se é viver, e se por inteiro, viver em plenitude. E assim, faço! Inteira, intensa, única e plena!
Metaforicamente, rótulos e embalagens servem para que na verdade???  O que fazemos com todos os rótulos e embalagens que temos nas mãos???  Lixo.  É o destino certo.
Ainda assim nos pegamos convivendo com seres que não conhecem espelhos e esquecem sua própria condição... Desejam os rótulos e embalagens... 
O fato é que os sentimentos ficaram legados ao poço raso de conceitos torpes e nada verdadeiros.  Fazer do outro uma coisa,  tornou-se prática comum...
Enfim, vivem um ciclo vicioso, de quero assim, assado, torto, quadrado...
Contudo, o maior crime que se comete é descobrir-se apaixonado por exatamente nada  do que se desejou, alguém que sequer dá conta de sua existência e amargar por toda a vida a realidade do desamor por si mesmo.

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